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		<title>wow04 - Factos sobre o aborto</title>
		<link>http://www.womenonwaves.org/set-458-pt.html</link>
		<description><![CDATA[&#60;p&#62;Nós lutamos pelo direito das mulheres a escolher de forma legal e segura. Em muitos países as mulheres são perseguidas, mutiladas e morrem, vítimas da criminalização do aborto. Os factos são grotescos e constituem humilhantes violações dos direitos humanos.&#60;/p&#62;]]></description>
		<language>pt</language>
		<copyright>Copyright 2012 wow04</copyright>
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		<item>
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			<title>A cada 8 minutos morre uma mulher vítima de um aborto clandestino feito em más condições.</title>
			<link>http://www.womenonwaves.org/article-115-pt.html</link>
			<description><![CDATA[
<img src="http://static.mediamatic.nl/f/gsnd/icon/380/115-348-222--.jpg" width="348" height="222" abs="1" style="float:left; margin: 0px 10px 10px 0px;" alt="" />
<p>O aborto induzido é a intervenção médica que se realiza mais vezes. Criminalizar o aborto não reduz o número de abortos. Dos 42 milhões de abortos que se fazem anualmente 20 milhões são abortos ilegais feitos em condições pouco seguras. A legalização do aborto evita o sofrimento desnecessário e/ou a morte de muitas mulheres.</p>
<p>A nível mundial mais de 1/3 das gravidezes não é planeada. Todos os anos quase 1/4 de mulheres grávidas decide fazer um aborto. Criminalizar o aborto não reduz o número de abortos; pelo contrário, apenas aumenta a mortalidade e o risco que advêm dos abortos clandestinos. A maioria dos abortos ilegais são realizados em condições que põe em risco a saúde da mulher. São sobretudo as mulheres sem recursos financeiros que recorrem a métodos abortivos de risco. Os abortos ilegais realizados em condições pouco seguras matam uma mulher de 8 minutos. </p>

<p>Na Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento no Cairo, foi reconhecido que o aborto ilegal é um grave problema para a saúde pública. A WHO estima que dos 42 milhões de abortos que se fazem anualmente 20 milhões são abortos clandestinos, realizados em condições pouco seguras, num ambiente social adverso, provocando aproximadamente 70,000 mortes por ano devido a infecções, hemorragias, danos uterinos, e efeitos tóxicos dos métodos utilizados para induzir o aborto.</p>

<p>Neste momento aproximadamente 25% da população mundial vive em 54 países (principalmente na África, América Latina e Ásia), com legislações muito restrictivas que proíbem o aborto em qualquer circunstância ou que o permitem apenas para salvar a vida da mulher grávida.</p>

<p>Quanto mais pobres são as mulheres maior é a probabilidade de ao encararem uma gravidez indesejada, provocarem o aborto elas próprias ou fazerem-no com pessoas sem formação médica, aumentando os riscos de saúde e de hospitalizações devido a complicações. Tornar o aborto um procedimento médico legal seguro e acima de tudo economicamente acessível, irá melhorar a futura situação financeira dessas mulheres e/ou das suas famílias e pode, assim, ser considerado uma forma de  luta contra a pobreza.</p>

<p>A Roménia é um óptimo exemplo para o estudo dos factores que influenciam a prática de abortos feitos...</p>]]></description>
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			<pubDate>Wed, 23 Apr 2008 17:53:19 +0200</pubDate>
			<dc:date>2004-07-27T10:10:27+02:00</dc:date>
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		</item>
		<item>
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			<title>Legislação sobre o Aborto</title>
			<link>http://www.womenonwaves.org/set-158-pt.html</link>
			<description><![CDATA[
<img src="http://static.mediamatic.nl/f/gsnd/icon/085/158-398-300--.jpg" width="398" height="300" abs="1" style="float:left; margin: 0px 10px 10px 0px;" alt="" />
<p>Aproximadamente 25% da população mundial vive em países com leis sobre o aborto altamente restrictivas, principalmente na América Latina, África e Ásia. Estes são os países onde o aborto é mais restringido pela lei. Em alguns países, como o Chile, as mulheres ainda vão para a prisão por praticarem um aborto ilegal.</p>
<p>For abortion laws in specific countries <a href="http://cyber.law.harvard.edu/population/abortion/abortionlaws.htm">click here to see ABORTION LAWS OF THE WORLD from Harvard university</a></p>

<p>A legalização do aborto evita o sofrimento desnecessário e/ou a morte de muitas mulheres. A legislação restrictiva do aborto viola os direitos humanos das mulheres estabelecidos com base na Conferência Internacional sobre a População e o Desenvolvimento das NU no Cairo, na Quarta Conferência Mundial das Mulheres em Pequim e na Declaração Universal dos Direitos Humanos (artigos 1 &amp; 3 &amp;12 &amp;19 &amp; 27.1). </p>

<p>Antes do início do século XIX não existia legislação sobre o aborto. Em 1869 o Papa Pio IX declarou que a alma incorpora aquando da concepção. Assim, as leis vigentes no século XIX não permitiam qualquer forma de interrupção da gravidez. Estas leis formam a base da legislação restritiva sobre o aborto vigente ainda hoje em muitos países que se encontram em vias de desenvolvimento. Entre 1950 e 1985 quase todos os países desenvolvidos liberalizaram as suas leis sobre o aborto por motivos de direitos humanos e segurança. Em países onde o aborto ainda é ilegal, sente-se uma forte influência de antigas leis coloniais que nem sempre reflectem a opinião da população local.</p>


<h3>Código de Cores do Mapa:</h3>

<p>VERMELHO:<br/>
O aborto é ilegal em todas as circunstâncias ou é permitido apenas em caso de risco de vida da mulher</p>

<p>ROSA:<br/>
O aborto é permitido por lei apenas em risco de vida ou para proteger a saúde física da mulher</p>

<p>AMARELO:<br/>
O aborto é permitido por lei apenas em risco de vida ou para proteger a saúde mental da mulher</p>

<p>AZUL:<br/>
O aborto é permitido por lei com base em motivos socioeconómicos</p>

<p>BRANCO: <br/>
Aborto permitido mediante requisição</p>


<h3>Vermelho do Mapa</h3>

<p>Américas e Caraíbas:<br/>
Brazil, Colombia, Chile, Dominican Republic, El Sal...</p>]]></description>
			<guid isPermaLink="true">http://www.womenonwaves.org/set-158-pt.html</guid>
			<pubDate>Thu, 25 Aug 2011 17:01:49 +0200</pubDate>
			<dc:date>2004-08-07T19:15:33+02:00</dc:date>
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		</item>
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			<title>Citações e e-mails</title>
			<link>http://www.womenonwaves.org/article-301-pt.html</link>
			<description><![CDATA[
<img src="http://static.mediamatic.nl/f/gsnd/icon/674/301-400-284--.jpg" width="400" height="284" abs="1" style="float:left; margin: 0px 10px 10px 0px;" alt="" />
<p>Citações e e-mails das nossas viagens à Irlanda e Polónia.</p>
]]></description>
			<guid isPermaLink="true">http://www.womenonwaves.org/article-301-pt.html</guid>
			<pubDate>Tue, 04 Dec 2007 14:18:04 +0100</pubDate>
			<dc:date>2004-08-09T00:46:58+02:00</dc:date>
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		</item>
		<item>
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			<title>Mitos sobre o aborto</title>
			<link>http://www.womenonwaves.org/article-221-pt.html</link>
			<description><![CDATA[
<img src="http://static.mediamatic.nl/f/gsnd/icon/895/221-217-300--.jpg" width="217" height="300" abs="1" style="float:left; margin: 0px 10px 10px 0px;" alt="" />
<p>As correntes anti-escolha criam diversos mitos sobre o aborto que nunca foram comprovados.</p>
<h5>Problemas de fertilidade</h5>

<p>O aborto seguro não aumenta o risco de infertilidade nem problemas futuros na gravidez; isso sucede no caso da doenÃ§as sexualmente transmissÃ­veis e de aborto sem condiÃ§Ãµes de seguranÃ§a. </p>


<h5>Outros problemas de saÃºde</h5>

<p>Não existe evidÃªncia de qualquer doenÃ§a relacionada com o aborto seguro, embora os opositores do aborto (utilizando interpretaÃ§Ãµes não cientÃ­ficas e parciais) busquem sugerir que existe um aumento do risco de cancro da mama.</p>


<h5>Problemas psicolÃ³gicos</h5>

<p>Para a maior parte das mulheres a decisÃ£o de abortar Ã© difÃ­cil e pode suscitar sentimentos de tristeza e culpa. Ainda assim, a maior parte das mulheres sente alÃ­vio no final. Não hÃ¡ evidÃªncia de um risco acrescido de depressÃ£o ou ansiedade â€œpÃ³s-abortoâ€? prolongada nem de qualquer outra doenÃ§a de cariz psicolÃ³gico.</p>]]></description>
			<guid isPermaLink="true">http://www.womenonwaves.org/article-221-pt.html</guid>
			<pubDate>Tue, 06 May 2008 00:18:33 +0200</pubDate>
			<dc:date>2004-08-19T21:44:13+02:00</dc:date>
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		</item>
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			<title>Do you know that?</title>
			<link>http://www.womenonwaves.org/article-199-pt.html</link>
			<description><![CDATA[

<p>Induced abortion is one of the most performed medical interventions on the world even more then  for example a secarian section (less than 20.000 in Netherlands, while there are 27.000 abortions, which is one of the lowest abortion rates in the world.   <br/>
Abortions will always be necessary as a backup even though women will use several forms of contraception. Even when using the best methods such as the contraceptive pill, the chance of failure is 2% each year pill.</p>
<p>Facts about abortion:<br/>
 </p>


<ul>
<li>Worldwide more than 1/3 of all pregnancies are unplanned.</li>
<li>Every year nearly 1/4 of all pregnant women worldwide choose to have an abortion (circa 42 million annually).</li>
<li>Approximately 25% of the world population lives in countries with highly restrictive abortion laws, mostly in Latin America, Africa and Asia.</li>
<li>The legal status of abortion makes little difference to overall levels of the estimated abortion incidence (making it illegal does not reduce the number of abortions).</li>
<li>Where illegal, it is primarily women without financial means who take recourse to unsafe abortion methods, resulting in the death of a woman every 7 minutes.</li>
<li>20 million of the 42 million abortions performed annually are unsafe.</li>
</ul>

<p>According to the conditions in which the medically unsafe abortions are performed and the methods used, a variety of severe complications may occur. Complications such as sepsis, haemorrhage, genital and abdominal trauma, perforated uterus or poisoning may be fatal if left untreated. Death may also result from secondary complications such as gas gangrene and acute renal failure. Permanent disability can result from unsafe abortion. Long-term consequences of abortion may include chronic pelvic pain, pelvic inflammatory disease (PID), tubal occlusion and secondary infertility. A high incidence of ectopic pregnancy and premature delivery, and increased risks of spontaneous abortion in subsequent pregnancies are other possible consequences of poorly performed abortions.</p>

<p>Between 10% and 50% of unsafe abortion cases need medical attention. However, not all women seek health care when complications arise. Their decision to seek help depends on the legal status and fear of sanctions, accessibility (geographic and financial) of health services, social attitudes, and also the attitudes of health facility staff.  Worldwide 70 000 women die each year from complications fol...</p>]]></description>
			<guid isPermaLink="true">http://www.womenonwaves.org/article-199-pt.html</guid>
			<pubDate>Wed, 04 Jun 2008 10:12:14 +0200</pubDate>
			<dc:date>2004-08-20T20:55:38+02:00</dc:date>
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		</item>
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			<title>SIDEBAR_HELP</title>
			<link>http://www.womenonwaves.org/set-421-pt.html</link>
			<description><![CDATA[


]]></description>
			<guid isPermaLink="true">http://www.womenonwaves.org/set-421-pt.html</guid>
			<pubDate>Wed, 02 Nov 2011 14:46:25 +0100</pubDate>
			<dc:date>2004-08-11T10:08:16+02:00</dc:date>
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