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		<title>wow04 - SIDEBAR_SUPPORT</title>
		<link>http://www.womenonwaves.org/set-375-pt.html</link>
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		<language>pt</language>
		<copyright>Copyright 2012 wow04</copyright>
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			<title>Quem somos?</title>
			<link>http://www.womenonwaves.org/article-255-pt.html</link>
			<description><![CDATA[
<img src="http://static.mediamatic.nl/f/gsnd/icon/137/255-400-174--.jpg" width="400" height="174" abs="1" style="float:left; margin: 0px 10px 10px 0px;" alt="" />
<p>As Women on Waves é uma organização sem fins lucrativos que actua no âmbito da protecção dos direitos humanos das mulheres. A sua missão é a prevenção de gravidezes indesejadas e de abortos clandestinos feitos em más condições em todo o mundo.</p>
<p>As Women on Waves foram fundadas em Maio de 1999 por Rebecca Gomperts, uma médica holandesa. Rebecca Gomperts foi médica do barco da Greenpeace. A bordo deste navio, na América do Sul, ela conheceu muitas mulheres com graves problemas de saúde física e mental provocados por gravidezes indesejadas e pela impossibilidade de terem acesso a um aborto legal e seguro. As histórias destas mulheres são dramáticas e comoventes. Rebecca conheceu  mulheres que tinham sido violadas. Conheceu mulheres que não tinham sequer dinheiro para sobreviver. Estas mulheres tinham sido ostracizadas e marginalizadas pelas suas comunidades. Estas mulheres são a razão de ser das Women on Waves.     </p>

<p>Todos os anos são praticados 20 milhões de abortos ilegais e em condições precárias. Todos os anos morrem 80,000 mulheres vítimas destes abortos clandestinos. Como resposta a esta calamidade médica, as Women on Waves criaram uma clínica ginecológica móvel que pode ser facilmente montada num navio, que pode viajar para onde quer que seja necessário no mundo. </p>

<p>Com o navio, as Women on Waves fornecem contraceptivos, informação, formação, workshops e abortos seguros e legais fora das águas territoriais de países onde o aborto é ilegal. Trabalhando em estreita colaboração com organizações locais, as Women on Waves respondem a necessidades médicas urgentes,  dando poder às mulheres para que possam exercer o seu direito humano à saúde reprodutiva, a abortar de forma legal e segura, e atraindo a atenção pública para as consequências da gravidez indesejada e do aborto ilegal.</p>

<p>As Women on Waves estão registadas na Holanda como uma organização de caridade sob o artigo 24, lid 4 do Successiewet de 1956. Assim, as doações para a sua conta bancária 3316 são totalmente deduzíveis na extensão prevista pela legislação holandesa. As actividades das Women on Waves são suportadas por financiamentos privados e filantrópicos. Dependemos da...</p>]]></description>
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			<pubDate>Wed, 12 May 2010 14:44:18 +0200</pubDate>
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			<title>Abaixo Assinado</title>
			<link>http://www.womenonwaves.org/set-260-pt.html</link>
			<description><![CDATA[

<p>A petition was initiated by portugalgay.pt to support Women on Waves.  Until midnight on the first of September, you can email them to support us.</p>
<p>Os cidadãos e as cidadãs abaixo-assinados, vêm por este meio apresentar a sua total discordância e perplexidade perante a decisão do governo de proibir a entrada em Portugal do barco da Women on Waves, que pretendia atracar no porto da Figueira da Foz, no âmbito de um projecto visando a defesa da saúde sexual e reprodutiva das mulheres, do direito à escolha responsável e da defesa da descriminalização do aborto.</p>

<p> Os argumentos apresentados pelo governo são incompreensíveis quer à luz da lei nacional, comunitária e internacional, quer à luz das normas democráticas e cívicas que implicam a participação dos cidadãos e das cidadãs, das suas organizações autónomas, a livre expressão de opiniões e o debate construtivo, neste caso em torno de problemas muito reais.</p>

<p> Quer a Women on Waves, quer as organizações portuguesas, reafirmaram por diversas vezes que a lei portuguesa nunca seria infringida e não existem motivos para não acreditar em tal; aliás, o Governo Português dispunha e dispõe de todos os meios e instrumentos para verificar se tal correspondia à realidade.</p>

<p> Este barco já desenvolveu o mesmo tipo de acção em dois países da União Europeia e nenhum proibiu a sua entrada, pese embora a situação de criminalização do aborto existir também nestes países (Irlanda e Polónia).</p>

<p> Portugal é o único país da União Europeia que leva mulheres a tribunal por terem realizado um aborto; passará agora a ser também o único país que impede a livre actuação de organizações cívicas.</p>

<p> Refutamos completamente os argumentos apresentados pelo Governo, de que esta iniciativa poria em causa a saúde pública e reafirmamos o seu carácter hipócrita. Saúde pública em causa é a situação que existe hoje, são as teias do aborto clandestino.</p>

<p> Reafirmamos a nossa vontade de prosseguir todas as iniciativas que levem à alteração de uma lei injusta, penalizadora das mulheres e hipó...</p>]]></description>
			<guid isPermaLink="true">http://www.womenonwaves.org/set-260-pt.html</guid>
			<pubDate>Mon, 03 Dec 2007 13:28:16 +0100</pubDate>
			<dc:date>2004-08-31T14:20:28+02:00</dc:date>
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